Segunda-feira, Junho 22, 2009
Alice no País das Maravilhas. Bem pessoas, que eu sou um fã de Tim Burton não é preciso saber, né? Todo mundo já sabe. Quem nunca assistiu The Nightmare Before Christmas, quem nunca se pegou cantando uma das músicas desse filme (especialmente What’s This?) e quem nunca viu a imagem do desproporcionalmente foda Jack? Ok, não é um filme conhecido, mas não deixa de ser foda. Além de vários curtas e filmes como A Fantástica Fábrica de Chocolate (o remake), Edward Mãos de Tesoura, A Noiva Cadáver, entre outros. Eu ia começar a fazer essa sessão de utilidade pública quando eu trocasse o layout (sim, estou preparando layout novo), mas acho que começo agora com o filme que lançará em 2010, eu acho. Alice no País das Maravilhas. Provavelmente você sabe a história, mas nunca como você verá neste filme. O motivo do post? Saíram imagens super fodas no USA Today do filme e vou passar aqui para vocês. O filme conta com a participação de Jonny Depp e Anne Hathaway (não sei se escreve assim mesmo, mas é aquela que fez O Diabo Veste Prada e O Diário da Princes).
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See ya!
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See ya!
g u i n h omanghi #
Segunda-feira, Junho 15, 2009
Eu, Madonna, Medo e Morte. É engraçado como de uns tempos para cá eu venho tendo sonhos cada vez mais marcantes e mais macabros. Mas em nenhum deles eu morria (como o de hoje). Enfim, começar pelo começo sempre ajuda.
Não sou muito de lembrar sonhos, fato que me fazia afirmar que eu não sonhava. Claro, quando você não se lembra de uma coisa, essa coisa não aconteceu. E claro que a afirmação “eu não sonho” ficava só mesmo no campo do sono. Até que de uns dias para cá eu venho tendo uns sonhos estranhos e lembro-me deles. Parecem episódios de uma série de terror onde o mocinho sou eu. Na verdade eu me sinto mais como um intruso, ou um peixe fora d’água no meio de todas aquelas pessoas famintas por... Sangue.
Primeiro episódio: Era uma sala escura, não dava para ver absolutamente nada e se escutava apenas o som da respiração. Mas não a minha, de outras, enumeras respirações em coro até que luzes brancas se acendiam, me ofuscando profundamente. O quarto era todo revestido de azulejos e havia muitas pessoas ao meu redor. Algum som que não lembro bem soava e todos começavam a se atacar, se matar e o quarto branco começava a ficar vermelho (Sangue!). Aquele cheiro começava a me incomodar e eu desmaiava no chão. Provavelmente me mataram depois disso, mas acordei antes de sentir qualquer coisa.
Segunda Episódio: Acordo todo melado de sangue em uma casa típica de drama hollywoodiano, no banheiro. A casa era toda arrumadinha e tinha um cheiro cítrico no ar, cheiro que eu sempre imagino quando assisto a esses filmes. Levanto-me. E quando eu saí do banheiro para o corredor me deparei com um campo verde, cheio de grama e árvores altas, projetando sobras sobre a superfície. Embaixo das árvores estavam várias pessoas e de repente todas olham para mim e tudo passa de verde para um laranja/marrom e a grama seca aos meus pés e em toda parte. As folhas das árvores secam, algumas caem e vejo pessoas correndo em minha direção com machados e armas como numa revolução agrícola onde as únicas armas que eles têm são os instrumentos de trabalho. Me viro para tentar entrar no banheiro, como se fosse um ponto de segurança, mas quando me viro encontro um abismo muito fundo e tem uma ponte de madeira para o outro lado. Outro lado que eu não consigo ver, que se perde no infinito escuro que se estende a minha frente. Encaro. Corro sobre a ponte, mas no mesmo momento que corre as pessoas cortam as cordas da ponte e... Escuro. Não enxergo mais nada.
Terceiro Episódio (Final): Desço de um ônibus que parece com o ônibus da Federal no qual eu vou para a faculdade todo o dia, mas não tenho mochila nas costas. Aliás, estou vestido de branco, tudo. Bermuda, Camisa e Chinelo. Anda por uma rua cheia de árvores e alguns pontos que estão em reforma e ando como se já soubesse o caminho para o lugar que eu estava indo, qualquer que fosse ele. De fora não dá para ver dentro, mas quando entro na sala ela parece de vidro, consigo ver tudo que está por fora e percebo que tem um monte de pessoas de lado de fora. Estranho.Porque quando eu entrei não tinha ninguém do lado de fora daquele lugar. Outra coisa que me chamou a atenção, também foi o fato de algumas fotos da Madonna estar espalhadas pelo lugar e algumas portas que não pareciam fazer nenhum sentido para mim. O fato é que quando as pessoas começaram a entrar no lugar ele começou a ficar pequeno para tanta gente. Algumas me puxavam pelo braço, outras me abraçavam e todas pareciam bêbadas, drogadas ou sob algum efeito alucinógeno. Fato é que eu entrava em uma das portas, em uma sala escura. Ligava a luz e me deparava com uma criatura estranha que mais parecia um daqueles monstros de Resident Evil (que, aliás, já me fez ficar com insônia e eu não jogo esse jogo nunca mais enquanto viver) e que enfiava uma espada no meu peito e zaz... Eu estava morto e de repente agora eu via tudo de cima. MEDO
Foi nessa hora que acordei, irônico. Geralmente quando você morre você dorme, para sempre, e eu fui logo acordar. Depois desse último eu passei mais ou menos uma hora deitado, acordado mas com preguiça de levantar e acabei dormindo de novo. AH, acho válido dizer que cada episódio foi sonhado em dias diferentes e não no mesmo sono. Não vou procurar significado, porque eu já pensei em alguns e me assustam mais que o próprio sonho em si.
Fui. See Ya!
Não sou muito de lembrar sonhos, fato que me fazia afirmar que eu não sonhava. Claro, quando você não se lembra de uma coisa, essa coisa não aconteceu. E claro que a afirmação “eu não sonho” ficava só mesmo no campo do sono. Até que de uns dias para cá eu venho tendo uns sonhos estranhos e lembro-me deles. Parecem episódios de uma série de terror onde o mocinho sou eu. Na verdade eu me sinto mais como um intruso, ou um peixe fora d’água no meio de todas aquelas pessoas famintas por... Sangue.
Primeiro episódio: Era uma sala escura, não dava para ver absolutamente nada e se escutava apenas o som da respiração. Mas não a minha, de outras, enumeras respirações em coro até que luzes brancas se acendiam, me ofuscando profundamente. O quarto era todo revestido de azulejos e havia muitas pessoas ao meu redor. Algum som que não lembro bem soava e todos começavam a se atacar, se matar e o quarto branco começava a ficar vermelho (Sangue!). Aquele cheiro começava a me incomodar e eu desmaiava no chão. Provavelmente me mataram depois disso, mas acordei antes de sentir qualquer coisa.
Segunda Episódio: Acordo todo melado de sangue em uma casa típica de drama hollywoodiano, no banheiro. A casa era toda arrumadinha e tinha um cheiro cítrico no ar, cheiro que eu sempre imagino quando assisto a esses filmes. Levanto-me. E quando eu saí do banheiro para o corredor me deparei com um campo verde, cheio de grama e árvores altas, projetando sobras sobre a superfície. Embaixo das árvores estavam várias pessoas e de repente todas olham para mim e tudo passa de verde para um laranja/marrom e a grama seca aos meus pés e em toda parte. As folhas das árvores secam, algumas caem e vejo pessoas correndo em minha direção com machados e armas como numa revolução agrícola onde as únicas armas que eles têm são os instrumentos de trabalho. Me viro para tentar entrar no banheiro, como se fosse um ponto de segurança, mas quando me viro encontro um abismo muito fundo e tem uma ponte de madeira para o outro lado. Outro lado que eu não consigo ver, que se perde no infinito escuro que se estende a minha frente. Encaro. Corro sobre a ponte, mas no mesmo momento que corre as pessoas cortam as cordas da ponte e... Escuro. Não enxergo mais nada.
Terceiro Episódio (Final): Desço de um ônibus que parece com o ônibus da Federal no qual eu vou para a faculdade todo o dia, mas não tenho mochila nas costas. Aliás, estou vestido de branco, tudo. Bermuda, Camisa e Chinelo. Anda por uma rua cheia de árvores e alguns pontos que estão em reforma e ando como se já soubesse o caminho para o lugar que eu estava indo, qualquer que fosse ele. De fora não dá para ver dentro, mas quando entro na sala ela parece de vidro, consigo ver tudo que está por fora e percebo que tem um monte de pessoas de lado de fora. Estranho.Porque quando eu entrei não tinha ninguém do lado de fora daquele lugar. Outra coisa que me chamou a atenção, também foi o fato de algumas fotos da Madonna estar espalhadas pelo lugar e algumas portas que não pareciam fazer nenhum sentido para mim. O fato é que quando as pessoas começaram a entrar no lugar ele começou a ficar pequeno para tanta gente. Algumas me puxavam pelo braço, outras me abraçavam e todas pareciam bêbadas, drogadas ou sob algum efeito alucinógeno. Fato é que eu entrava em uma das portas, em uma sala escura. Ligava a luz e me deparava com uma criatura estranha que mais parecia um daqueles monstros de Resident Evil (que, aliás, já me fez ficar com insônia e eu não jogo esse jogo nunca mais enquanto viver) e que enfiava uma espada no meu peito e zaz... Eu estava morto e de repente agora eu via tudo de cima. MEDO
Foi nessa hora que acordei, irônico. Geralmente quando você morre você dorme, para sempre, e eu fui logo acordar. Depois desse último eu passei mais ou menos uma hora deitado, acordado mas com preguiça de levantar e acabei dormindo de novo. AH, acho válido dizer que cada episódio foi sonhado em dias diferentes e não no mesmo sono. Não vou procurar significado, porque eu já pensei em alguns e me assustam mais que o próprio sonho em si.
Fui. See Ya!
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Segunda-feira, Junho 08, 2009
De Volta ao Presente. Uau, são tantas coisas que nem sei por onde começar. Não que a minha vida esteja melhorando, mas uma coisa é certa: ela está agitada. Do pior jeito, talvez, mas está. Cheio de coisas para estudar nesse calor de Recife e ainda por cima com sono mal dormido. Eu mereço.
E o avião da Air France cai e cai junto com ele o meu queixo com todas as teorias criadas em cima dele. Cada uma mais astrológica que a outra, seja o que for que essa palavra signifique. Primeiro a gente começa com a teoria de Jaqueline Khury, que merece citação:
Se foi ela mesmo ou não, pouco me importa. Até porque é uma frase digna de ex-BBB. Só espero que depois dessa abduLção os extraterrestres não se assustem com a inteligência e poder crítico do nós, humildes seres humanos. Outra teoria seria que alguém havia sonhado com o acidente antes dele acontecer e postou numa comunidade sobre Espiritualidade e Ufologia (ã?), só que essa eu fico devendo o link da printscreen para vocês porque – confesso – estou com uma puta preguiça de pensar onde foi que o vi. Além de outras teorias científicas que vem surgindo e que ai não posso meter o bedelho. Só uma me chamou a atenção e me faz crer que não foi formulada por nenhum cientista, mas por algum desses formadores de opinião.
Passando de ar para a Terra, prefiro manter meus pés no chão enquanto ainda posso. Vou ter a eternidade para andar nas nuvens. Meu aniversário está chegando e com ele o ritual da lista de aniversário. Eu sempre faço, mas nunca ganho nenhum deles, mas desta vez eu vou publicar a lista aqui no meu blog. Não por nada, mas pelo menos vou ter um registro de coisas que eu quero. Sim, sou um rapaz muito caro. Mas eu vou postar quando terminar ou chegar perto disto, mas já tem uns seis itens, eu acho.
As férias estão chegando, mas quem disse que férias é sinônimo de descanso? Essas férias vou ter trabalho gráfico. Sim, como sabem, entrei para a equipe de designers do site FresnoBR e essas férias vamos reformular o fórum. Ainda não sei muito bem o que querem, mas vamos lá. A gente aceita qualquer negócio. Nada que alguns tutoriais da internet não ajudem.
Enfim, eu TINHA várias coisas aqui, mas o almoço me chama. Vou fazer uma lista de assuntos e se pá posto uma bíblia para você qualquer dia. Mas estou sempre atualizando o twitter, então passem por lá (@guinhomanghi).
See Ya! (x
E o avião da Air France cai e cai junto com ele o meu queixo com todas as teorias criadas em cima dele. Cada uma mais astrológica que a outra, seja o que for que essa palavra signifique. Primeiro a gente começa com a teoria de Jaqueline Khury, que merece citação:
eu acredito em forças sobrenaturais,em fisica quantica,e pode ter sido abdulzido esse avião...pq não?não somos sozinhos nesse universo +(grifo meu)
Se foi ela mesmo ou não, pouco me importa. Até porque é uma frase digna de ex-BBB. Só espero que depois dessa abduLção os extraterrestres não se assustem com a inteligência e poder crítico do nós, humildes seres humanos. Outra teoria seria que alguém havia sonhado com o acidente antes dele acontecer e postou numa comunidade sobre Espiritualidade e Ufologia (ã?), só que essa eu fico devendo o link da printscreen para vocês porque – confesso – estou com uma puta preguiça de pensar onde foi que o vi. Além de outras teorias científicas que vem surgindo e que ai não posso meter o bedelho. Só uma me chamou a atenção e me faz crer que não foi formulada por nenhum cientista, mas por algum desses formadores de opinião.
Passando de ar para a Terra, prefiro manter meus pés no chão enquanto ainda posso. Vou ter a eternidade para andar nas nuvens. Meu aniversário está chegando e com ele o ritual da lista de aniversário. Eu sempre faço, mas nunca ganho nenhum deles, mas desta vez eu vou publicar a lista aqui no meu blog. Não por nada, mas pelo menos vou ter um registro de coisas que eu quero. Sim, sou um rapaz muito caro. Mas eu vou postar quando terminar ou chegar perto disto, mas já tem uns seis itens, eu acho.
As férias estão chegando, mas quem disse que férias é sinônimo de descanso? Essas férias vou ter trabalho gráfico. Sim, como sabem, entrei para a equipe de designers do site FresnoBR e essas férias vamos reformular o fórum. Ainda não sei muito bem o que querem, mas vamos lá. A gente aceita qualquer negócio. Nada que alguns tutoriais da internet não ajudem.
Enfim, eu TINHA várias coisas aqui, mas o almoço me chama. Vou fazer uma lista de assuntos e se pá posto uma bíblia para você qualquer dia. Mas estou sempre atualizando o twitter, então passem por lá (@guinhomanghi).
See Ya! (x
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Sexta-feira, Maio 22, 2009
Muito bem e lá vamos nós em mais um post crítico sobre cinema, filme e Hollywood. É claro que se não fosse isso não seria sobre nada. Ou provavelmente um daqueles meus pseudo-poemas filosóficos super chatos, podem falar que são mesmo. Por falar em pseudo, é tão cult falar essa palavra que andando pelos corredores cheio de cérebros pensantes [ou não] da faculdade ouvi a expressão “pseudo-amigo”. Juro que na hora parei de andar, numa daquelas cenas em que um segundo parece uma hora e que várias coisas passam pela sua cabeça ao mesmo tempo. Tive vontade de olhar para ver quem estava falando aquilo, mas a minha cara deveria estar tão nojenta que não me atrevi a fazer isso. Como já diria um amigo meu: quando eu não gostar de uma coisa é melhor eu virar o rosto ao invés de encarar a coisa, porque a minha expressão me condena mesmo que eu esteja tentando ser simpático. Eu só queria saber quanto a pessoa se achou inteligente ao dizer pseudo-amigo no lugar de amigo falso. Totalmente #FAIL
E é nessa hora que a gente volta para o cinema, esse lugar cheio de produtores criativos e viajados. Essa semana eu tive uma sensação boa e uma sensação ruim. Sensação ruim: assisti Crepúsculo. Sensação boa: assisti Anjos & Demônios. Sou suspeito para falar da adaptação dele, o melhor livro de Dan Brown. Mas não sou nem um pouco suspeito para falar sobre Crepúsculo. Vamos começar aos poucos, desde a minha descoberta do sucesso que estava fazendo este livro.
A primeira vez que vi seu título foi na lista de mais vendidos da Veja, o que me surpreendeu depois. Entre tantos títulos que estava afim de ler, Crepúsculo foi o escolhido como presente de Natal, a pior escolha que já fiz na minha vida. No começo eu estava todo animado para lê-lo achando que iria achar uma história tão envolvente quanto Harry Potter, mas não foi nada disso que eu achei. Achei um livro insosso, sem graça, parado e tedioso, com personagens superficiais e sem um enredo decente. Tudo isso já falei em um outro post sobre essa decepção. Eu não poderia esperar nada além disso na sua adaptação cinematográfica e adivinhem? Encontrei! Maquiagens mal feitas, quilos de pó gastos para clarear a pele [e eu achei que a minha irmã é que exagerava nessa coisa toda], vampiros distorcidos e destaque para a mordida do tal de James no braço de Bella que parecia mais que ela havia sido mordida pelo irmão mais novo. Alguém avisa para a Catherine Hardwicke que a mordida de vampiro deixa apenas a marca de dois furos? O melhor foi a explicação da minha amiga: os dois incisivos penetram mais que os outros, mas os outros também tocam na pele da vítima. É claro que eu rebusquei um pouco mais a fala dela. Depois dessa eu mudei o assunto da conversa, com toda a certeza.
Passado o trauma, fui no cinema quarta assistir Anjos & Demônios, com medo de não gostar desse filme. Por quê? Esse livro é o meu preferido dos livros lançados pelo Dan Brown, apesar de por muitas vezes criticado por suas teorias conspirativas, eu gosto do jeito dele escrever, conseguindo unir descrição e velocidade num mesmo trecho. Mas questões religiosas à parte, não gosto muito de falar sobre isso, que por muitas vezes me sinto ateu. O começo é exagerado demais, toda aquela cena da criação da anti-matéria na base do CERN {que não lembro agora o que significa} poderia ser evitada e fatos importantes poderiam ser inseridos ali naquele início de trama. Que fatos? Fatos como Vittoria Vetra ser filha do cientista assassinado? Ou a visita de Robert Langdon à sala onde o cientista foi morto? Qualquer uma dessas duas cenas eu colocaria no lugar daquela coisa patética caracterizada pela criação da anti-matéria. Foi muito bem feito, muito bonito, mas achei totalmente desnecessário para a trama em si. É um filme hollwoodiano, com certeza, mas foge do clichê de vilão definido e herói bonzinho. Acho que isso é exatamente um ponto positivo na trama de Brown. Por toda a trama você cria uma lista de suspeitos e no final o culpado nem se quer estava na sua lista.
Outra coisa que senti falta foram as mortes passadas para segundo plano. A investigação é importante, ok, mas toda aquelas cenas das mortes dos preferiti são tão exploradas no livro que mereciam destaque no filme, além de serem bem planejadas. O final também foi um dos pontos que não me agradou, não lembro se o camerlengo se suicida no final ou não, mas lembro que no livro ele mata o papa e que o papa era, na verdade, o pai biológico dele. No filme só sabemos que o Papa foi assassinado e nada mais. Não é mostrado quem matou e o porquê fica subentendido nas entre linhas e muita gente pode encarar isso como uma lacuna não preenchida.
Não li muitas críticas sobre ele, até porque acho que crítico de cinema é tão chato que para ele sempre há defeitos [menos nos filmes considerados inteligentes]. Acho que é um pouco de opinião vendida ou que quer confirmar sua intelectualidade de algum modo.
Por hoje é só!
C-YA!
E é nessa hora que a gente volta para o cinema, esse lugar cheio de produtores criativos e viajados. Essa semana eu tive uma sensação boa e uma sensação ruim. Sensação ruim: assisti Crepúsculo. Sensação boa: assisti Anjos & Demônios. Sou suspeito para falar da adaptação dele, o melhor livro de Dan Brown. Mas não sou nem um pouco suspeito para falar sobre Crepúsculo. Vamos começar aos poucos, desde a minha descoberta do sucesso que estava fazendo este livro.
A primeira vez que vi seu título foi na lista de mais vendidos da Veja, o que me surpreendeu depois. Entre tantos títulos que estava afim de ler, Crepúsculo foi o escolhido como presente de Natal, a pior escolha que já fiz na minha vida. No começo eu estava todo animado para lê-lo achando que iria achar uma história tão envolvente quanto Harry Potter, mas não foi nada disso que eu achei. Achei um livro insosso, sem graça, parado e tedioso, com personagens superficiais e sem um enredo decente. Tudo isso já falei em um outro post sobre essa decepção. Eu não poderia esperar nada além disso na sua adaptação cinematográfica e adivinhem? Encontrei! Maquiagens mal feitas, quilos de pó gastos para clarear a pele [e eu achei que a minha irmã é que exagerava nessa coisa toda], vampiros distorcidos e destaque para a mordida do tal de James no braço de Bella que parecia mais que ela havia sido mordida pelo irmão mais novo. Alguém avisa para a Catherine Hardwicke que a mordida de vampiro deixa apenas a marca de dois furos? O melhor foi a explicação da minha amiga: os dois incisivos penetram mais que os outros, mas os outros também tocam na pele da vítima. É claro que eu rebusquei um pouco mais a fala dela. Depois dessa eu mudei o assunto da conversa, com toda a certeza.
Passado o trauma, fui no cinema quarta assistir Anjos & Demônios, com medo de não gostar desse filme. Por quê? Esse livro é o meu preferido dos livros lançados pelo Dan Brown, apesar de por muitas vezes criticado por suas teorias conspirativas, eu gosto do jeito dele escrever, conseguindo unir descrição e velocidade num mesmo trecho. Mas questões religiosas à parte, não gosto muito de falar sobre isso, que por muitas vezes me sinto ateu. O começo é exagerado demais, toda aquela cena da criação da anti-matéria na base do CERN {que não lembro agora o que significa} poderia ser evitada e fatos importantes poderiam ser inseridos ali naquele início de trama. Que fatos? Fatos como Vittoria Vetra ser filha do cientista assassinado? Ou a visita de Robert Langdon à sala onde o cientista foi morto? Qualquer uma dessas duas cenas eu colocaria no lugar daquela coisa patética caracterizada pela criação da anti-matéria. Foi muito bem feito, muito bonito, mas achei totalmente desnecessário para a trama em si. É um filme hollwoodiano, com certeza, mas foge do clichê de vilão definido e herói bonzinho. Acho que isso é exatamente um ponto positivo na trama de Brown. Por toda a trama você cria uma lista de suspeitos e no final o culpado nem se quer estava na sua lista.
Outra coisa que senti falta foram as mortes passadas para segundo plano. A investigação é importante, ok, mas toda aquelas cenas das mortes dos preferiti são tão exploradas no livro que mereciam destaque no filme, além de serem bem planejadas. O final também foi um dos pontos que não me agradou, não lembro se o camerlengo se suicida no final ou não, mas lembro que no livro ele mata o papa e que o papa era, na verdade, o pai biológico dele. No filme só sabemos que o Papa foi assassinado e nada mais. Não é mostrado quem matou e o porquê fica subentendido nas entre linhas e muita gente pode encarar isso como uma lacuna não preenchida.
Não li muitas críticas sobre ele, até porque acho que crítico de cinema é tão chato que para ele sempre há defeitos [menos nos filmes considerados inteligentes]. Acho que é um pouco de opinião vendida ou que quer confirmar sua intelectualidade de algum modo.
Por hoje é só!
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Sexta-feira, Maio 15, 2009
Hey hey, olha eu aqui faltando quarto dias para completar um mês sem posts novos nesse blog aqui. Não sei o que está acontecendo comigo, vou começar a postar miniposts, ou tentar. Enfim, vou começar a escrever sobre o filme que assisti hoje, Jogos Mortais IV.
Depois de dias querendo ir ao cinema para assistir Star Trek, X-Men Origens: Wolverine e Eu Te Amo, Cara, resolvi alugar uns DVDs para enganar a vontade um pouco, mesmo eu achando que vou segunda assistir Anjos e Demônios do meu querido e polêmico Dan Brown. Ou você o odeia ou você o adora. Mas não foi exatamente disso que eu vim falar, foi por causa de Jogos Mortais que eu vim escrever aqui *tirando as teias de aranha*. Tenho que admitir que comecei como um fã dessa série de filmes dirigidos por Darren Lynn Bousman [menos o primeiro, que foi dirigido por James Wan]. Talvez a troca de diretor não tenha feito bem à série. O primeiro é, como diria a Sah, or concour, fato. O final é simplesmente foda. Apesar de todo nojinho presente no filme, a história e a mensagem são muito bem boladas. Por um tempo paguei pau para o Jigsaw. O quarto vem na mesma linha de raciocínio do terceiro e nenhum dos dois eu gostei muito. Uma mistura de presente com futuro e passado tiram qualquer pessoa da história, fazendo o filme ficar monótono e sem nexo. No final há uma mistura de presente com passado que me deixou, particularmente, sem entender o que era o que. O que estava acontecendo, o que tinha acontecido ou se estava acontecendo as duas coisas ao mesmo tempo. Acho que eles se perderam um pouco nesse filme.
O filme todo é um perdido em fatos jogados, mistura de presente, futuro e passado, uma confusão que perde a linha em todos os momentos. O jogo do Jigsaw fica em segundo plano, dando lugar a uma investigação policial estilo C.S.I., tanto que o personagem do jogo – o policial negro chamado Ridd – passa quarenta e cinco minutos do filme sem aparecer. O personagem que esperei que aparecesse com muito mais freqüência e que quase não deu as caras, foi Amanda, a herdeira. É estranho observar uma pessoa morta “comandar” um jogo como aquele. Em resumo, não gostei do filme, é com certeza o mais fraco dessa franquia.
Aluguei também Crepúsculo e O Escafandro e a Borboleta, que pela capa parece muito bom. Sim, eu olho filme pela capa, TAMBÉM. Ah, também ganhei o DVD de Dançando na Chuva. O qual espero ver semana que vem, na terça ou na quarta \o/
Sábado, que não é amanhã, tenho um seminário para apresentar. Talvez por ser uma peça eu fique menos nervoso, eu sempre me estresso comigo mesmo por ser tão tímido e ter medo de me apresentar em público. Como uma coisa tão simples para muitos pode ser um bicho de sete cabeças para a minha pessoa? Sou indignado com isso. Eu nasci mesmo com alguma missão de pagamento pelos pecados cometidos em outra vida, porque só pode. Tenho que baixar The Corporation para assistir sozinho em casa, porque além dele ser super mal legendado, tenho um relatório para fazer \o\ O filme é bom, a parte que eu vi, mas como todo documentário americano, é muito conspiratório. Eu sei que é muito mais bonito mostrar uma teoria conspirativa, fazendo sensacionalismo, do que simplificar as coisas e falar a verdade nua e crua. Bem, sou apenas um iniciante nesse campo da criticidade, então fico na minha enquanto não entro nesse “mundo sujo” dos negócios.
Fui, rezem por mim e COMENTEM!
Depois de dias querendo ir ao cinema para assistir Star Trek, X-Men Origens: Wolverine e Eu Te Amo, Cara, resolvi alugar uns DVDs para enganar a vontade um pouco, mesmo eu achando que vou segunda assistir Anjos e Demônios do meu querido e polêmico Dan Brown. Ou você o odeia ou você o adora. Mas não foi exatamente disso que eu vim falar, foi por causa de Jogos Mortais que eu vim escrever aqui *tirando as teias de aranha*. Tenho que admitir que comecei como um fã dessa série de filmes dirigidos por Darren Lynn Bousman [menos o primeiro, que foi dirigido por James Wan]. Talvez a troca de diretor não tenha feito bem à série. O primeiro é, como diria a Sah, or concour, fato. O final é simplesmente foda. Apesar de todo nojinho presente no filme, a história e a mensagem são muito bem boladas. Por um tempo paguei pau para o Jigsaw. O quarto vem na mesma linha de raciocínio do terceiro e nenhum dos dois eu gostei muito. Uma mistura de presente com futuro e passado tiram qualquer pessoa da história, fazendo o filme ficar monótono e sem nexo. No final há uma mistura de presente com passado que me deixou, particularmente, sem entender o que era o que. O que estava acontecendo, o que tinha acontecido ou se estava acontecendo as duas coisas ao mesmo tempo. Acho que eles se perderam um pouco nesse filme.
O filme todo é um perdido em fatos jogados, mistura de presente, futuro e passado, uma confusão que perde a linha em todos os momentos. O jogo do Jigsaw fica em segundo plano, dando lugar a uma investigação policial estilo C.S.I., tanto que o personagem do jogo – o policial negro chamado Ridd – passa quarenta e cinco minutos do filme sem aparecer. O personagem que esperei que aparecesse com muito mais freqüência e que quase não deu as caras, foi Amanda, a herdeira. É estranho observar uma pessoa morta “comandar” um jogo como aquele. Em resumo, não gostei do filme, é com certeza o mais fraco dessa franquia.
Aluguei também Crepúsculo e O Escafandro e a Borboleta, que pela capa parece muito bom. Sim, eu olho filme pela capa, TAMBÉM. Ah, também ganhei o DVD de Dançando na Chuva. O qual espero ver semana que vem, na terça ou na quarta \o/
Sábado, que não é amanhã, tenho um seminário para apresentar. Talvez por ser uma peça eu fique menos nervoso, eu sempre me estresso comigo mesmo por ser tão tímido e ter medo de me apresentar em público. Como uma coisa tão simples para muitos pode ser um bicho de sete cabeças para a minha pessoa? Sou indignado com isso. Eu nasci mesmo com alguma missão de pagamento pelos pecados cometidos em outra vida, porque só pode. Tenho que baixar The Corporation para assistir sozinho em casa, porque além dele ser super mal legendado, tenho um relatório para fazer \o\ O filme é bom, a parte que eu vi, mas como todo documentário americano, é muito conspiratório. Eu sei que é muito mais bonito mostrar uma teoria conspirativa, fazendo sensacionalismo, do que simplificar as coisas e falar a verdade nua e crua. Bem, sou apenas um iniciante nesse campo da criticidade, então fico na minha enquanto não entro nesse “mundo sujo” dos negócios.
Fui, rezem por mim e COMENTEM!
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Domingo, Abril 19, 2009
Banalizar. V.t.d. e p. Tornar(-se) banal, vulgar, comum, trivial. Vulgarizar(-se). Talvez seja essa a definição da modernidade, da sociedade atual em que vivemos. A banalização e, por que não, a vulgarização. Eu poderia citar milhões de coisas que ainda me chocam, mas vou me focar em um assunto que me chamou a atenção hoje enquanto eu lia o jornal. Sim, eu descobri que jornal pode ser mais interessante que uma revista e que qualquer frase sem sentido mas com a concordância correta tem mais conteúdo que a revista Veja.
O fato de a atual banalização me chocar tanto a ponto de eu vir fazer um post sobre isso estava no caderno Diário em revista {que ironia}, nas páginas 4 e 5. O caso introdutório conta a história de uma menina que foi descoberta ela mãe enquanto participava de uma orgia com os amigos no que eles denominaram de “festa do sorvete”. Por quê? Porque todos os participantes tinham que levar uma caixa de sorvete que serviria como o tradicional chantilly. O fato é que a menina esqueceu o sorvete dentro do carro e a mãe foi levá-lo no apartamento da amiga da filha e encontrou o que não queria ver. Aposto que nessa hora a mãe morreria, se arrependimento matasse. A sua filha estava com a boca no membro de um coleguinha, totalmente despida, assim como todos os outros participantes da festa. Sim, uma verdadeira orgia. Detalhe: a menina tem quatorze anos de idade.
Fiquei pensando comigo o que eu fazia quando tinha essa mesma idade. Ok, os tempos mudaram e eu não era exatamente um adolescente normal. Sempre menos evoluído que todos os outros da minha turma, e ainda hoje tenho essa sensação. Mas ainda fica a pergunta se sou eu que sou quadrado demais ou se as coisas hoje em dia estão mesmo sem rumo e sem rédeas.
O sexo sempre me parece uma coisa com um significado maior que reprodução ou apenas diversão. Parecia-me uma troca de carinho, amor. Ok, não quero começar a parecer aquelas pessoas que ficam idealizando as coisas da vida, então nada como uma citação da própria reportagem:
Ela procura culpados quando na verdade eu acho que o culpado sejamos todos nós, a sociedade. Não é a mídia sozinha ou os pais que não conhecem os filhos como deveriam, é a sociedade que mudou e continua mudando. Longe de mim, entretanto, ser contra as mudanças. Nunca. Mas temos que parar e ver que o bom não é só mudar. É mudar para uma coisa melhor. É evoluir como seres humanos pensantes que somos. É usar o que nos difere dos outros animais e não nos igualar a ele.
A mídia tem culpa, sim. Tratam os seres humanos como produtos de um sex shop onde comercial sem uma mulher seminua ou um corpo masculino definido não seja um bom comercial. Eu, particularmente, gosto daqueles comerciais que além de vender o produto passam uma mensagem positiva ao possível cliente, mesmo que por trás dessa mensagem ele esteja apenas seduzindo o indivíduo. Também não trato sexo como se fosse um tabu, não sou tão radical. Só estou convidando vocês a refletir sobre esse tema, sobre aonde vamos parar com toda essa evolução que para mim parece estar funcionando ao contrário.
O caso da menina só foi um pretexto para eu poder escrever a minha opinião hoje, até porque se eu for discutir isso com alguém vou ser jogado na fogueira como eram os feiticeiros na Idade Média. Vou parecer o tataravô de alguém da minha idade expondo o seu ponto de vista. Tradicionalista, eu se que sou, mas sou nesse ponto. O sexo. Porque para outros consigo ser muito mais liberal que muitas pessoas da minha idade \o\
Não sei se falei tudo o que eu queria falar, não sei se falei coisas que não queria falar. Mas como vocês sabem, eu escrevo o meu post com tudo o que vem na cabeça e não reviso ele depois.
Geração Web Constrói Seu Código Sexual
Festas se Transformam em Vale-Tudo
See Ya!
O fato de a atual banalização me chocar tanto a ponto de eu vir fazer um post sobre isso estava no caderno Diário em revista {que ironia}, nas páginas 4 e 5. O caso introdutório conta a história de uma menina que foi descoberta ela mãe enquanto participava de uma orgia com os amigos no que eles denominaram de “festa do sorvete”. Por quê? Porque todos os participantes tinham que levar uma caixa de sorvete que serviria como o tradicional chantilly. O fato é que a menina esqueceu o sorvete dentro do carro e a mãe foi levá-lo no apartamento da amiga da filha e encontrou o que não queria ver. Aposto que nessa hora a mãe morreria, se arrependimento matasse. A sua filha estava com a boca no membro de um coleguinha, totalmente despida, assim como todos os outros participantes da festa. Sim, uma verdadeira orgia. Detalhe: a menina tem quatorze anos de idade.
Fiquei pensando comigo o que eu fazia quando tinha essa mesma idade. Ok, os tempos mudaram e eu não era exatamente um adolescente normal. Sempre menos evoluído que todos os outros da minha turma, e ainda hoje tenho essa sensação. Mas ainda fica a pergunta se sou eu que sou quadrado demais ou se as coisas hoje em dia estão mesmo sem rumo e sem rédeas.
O sexo sempre me parece uma coisa com um significado maior que reprodução ou apenas diversão. Parecia-me uma troca de carinho, amor. Ok, não quero começar a parecer aquelas pessoas que ficam idealizando as coisas da vida, então nada como uma citação da própria reportagem:
[...] A psicóloga Amparo Caridade acrescentou que o sexo está ficando desvalorizado em termos de vínculos e qualidade, diante de tanta divulgação na mídia. “Os adolescentes são expostos 24 horas. A sexualidade virou um objeto de consumo. Depois que se consome, deixa pra lá. Ficar é exatamente não ficar. E a pior parte disso é a perda imensa de contato real com o outro. Os pais, nesse contexto, não sabem mais lidar com os filhos”, declara.
Ela procura culpados quando na verdade eu acho que o culpado sejamos todos nós, a sociedade. Não é a mídia sozinha ou os pais que não conhecem os filhos como deveriam, é a sociedade que mudou e continua mudando. Longe de mim, entretanto, ser contra as mudanças. Nunca. Mas temos que parar e ver que o bom não é só mudar. É mudar para uma coisa melhor. É evoluir como seres humanos pensantes que somos. É usar o que nos difere dos outros animais e não nos igualar a ele.
A mídia tem culpa, sim. Tratam os seres humanos como produtos de um sex shop onde comercial sem uma mulher seminua ou um corpo masculino definido não seja um bom comercial. Eu, particularmente, gosto daqueles comerciais que além de vender o produto passam uma mensagem positiva ao possível cliente, mesmo que por trás dessa mensagem ele esteja apenas seduzindo o indivíduo. Também não trato sexo como se fosse um tabu, não sou tão radical. Só estou convidando vocês a refletir sobre esse tema, sobre aonde vamos parar com toda essa evolução que para mim parece estar funcionando ao contrário.
O caso da menina só foi um pretexto para eu poder escrever a minha opinião hoje, até porque se eu for discutir isso com alguém vou ser jogado na fogueira como eram os feiticeiros na Idade Média. Vou parecer o tataravô de alguém da minha idade expondo o seu ponto de vista. Tradicionalista, eu se que sou, mas sou nesse ponto. O sexo. Porque para outros consigo ser muito mais liberal que muitas pessoas da minha idade \o\
Não sei se falei tudo o que eu queria falar, não sei se falei coisas que não queria falar. Mas como vocês sabem, eu escrevo o meu post com tudo o que vem na cabeça e não reviso ele depois.
Geração Web Constrói Seu Código Sexual
Festas se Transformam em Vale-Tudo
See Ya!
g u i n h omanghi #
Quarta-feira, Abril 01, 2009
{Reflexo. Sabe-se lá de onde veio este rosto. Quem é? Quem és tu que insisti em invadir o espelho toda vez que me olho nele? Diz-me agora, quem és tu? Anda, fala! Responda-me e não me imite. Porque me imitas? Será que não possui personalidade e necessita imitar? Anda, reaja! Não posso te tocar, só sinto o meu cheiro no quarto - do perfume recém colocado depois de um banho demorado. Você não me responde e eu no meu monólogo duplo. Sou ator, sou platéia. Atuo. Assisto. Assisto mais que atuo ou atuo mais que assisto? Olho-me. Então, sou eu? Aquele reflexo sem personalidade que apenas assisti... E imita? “Sim, é você!”, escuto uma voz que vem de lugar nenhum. Olho para o espelho. Ele, ou eu, continua do mesmo jeito. Percebo que não adianta querer mudar, o mundo é apenas uma sala cheia de espelhos. Apenas reflexos. Tudo é igual, mas de um modo bem sutil. A diferença entre o ser e o existir, apesar de tênue, é perigosa. Poucos se arriscam, muitos se acomodam. Rezam para a moda chegar um dia a imitá-los para, então, poderem ser eles mesmo. Mas quando forem eles mesmos, serão novamente apenas mais um na multidão. Olho para o mundo e percebo: tudo está como sempre foi, só com um pouco mais de tecnologia____________________}
Eae pípou? Tempão que não posto aqui, na verdade estava procurando inspiração para alguma coisa e acho que talvez tenha conseguido. Ou simplesmente estava procurando assuntos interessantes para fazer com que você tivesse a paciência de ler isso aqui até o final. Eu sei que eu não sou a pessoa mais interessante do mundo, talvez a mais desinteressante, mas ainda sinto prazer quando escrevo nesse bloguinho e recebo alguns comentários. Poucos, mas importantes. Minha intenção não é mesmo me tornar uma web celebrity, então não ligo muito para a quantidade de comentários e sim para de quem são os tais comentários. :}
Mas esse não era o meu primeiro assunto, simplesmente saiu como uma fala falada sem pensar. O primeiro assunto seria um passarinho que vicia, sim vicia. O Twitter. É ele uma das causas de eu ter demorado a postar, é ele o culpado. HEHE. O fato é que eu tenho atualizado o meu twitter com bastante freqüência, indicando vídeos, matérias que leio etc. O legal do Twitter é que a gente pode atualizá-lo em tempo real na hora que queremos e não precisamos, nem devemos, passar de 140 caracteres. Não que o Blogger obrigue alguém a postar textos grandes e cheios de conteúdo, ou não, mas EU não acho legal usar o site para postar textos de cinco linhas ou menos. Por isso, estou pensando em criar uma sessão no meu blog com vídeos e/ou matérias que foram indicadas entre um post e outro. Essa sessão viria no final de cada post, mas isso ainda é mais um plano para o futuro {próximo ou não}
Véi, não sabia que universidade tomava tanto o tempo da gente. Não tenho tempo não para ir ao banheiro. Não, não deixei de ir ao banheiro, mas sempre vou acompanhado de livro, ficha, caderno. Só falta uma mesa. O que mais sinto falta são as horas a fio na internet, a minha leitura de A Menina Que Roubava Livros {que ainda dou uma escapulida às vezes para ler} e meus sonos até tarde. Por falar em sono, esse final de semana que passou me deu um ataque de insônia, quem estava na net às 4h da manhã da madrugada da sexta para o sábado sabe muito bem do que estou falando.
Da sexta para o sábado eu não dormir, tipo, nem um cochilozinho. Do sábado para o domingo eu consegui dormi, mas sabe aquela dormida que você dorme dez minutos e acorda e depois fica acordado por vinte minutos antes de dormir mais dez minutos? Foi exatamente assim. Do domingo para a segunda eu dormi... Às 6h da manhã! Um dos motivos pelo qual não fui para a faculdade. O segundo foi que não teria aula de sociologia. Da segunda para a terça eu consegui dormir bem e essa noite foi até tranqüila, não acordei nenhuma vez. Só quando a minha mãe desligou o ventilador para que eu levantasse e fosse me arrumar para a faculdade.
Penas à parte, já coloquei dois assuntos que não estavam na minha lista {sim, fiz uma lista de assuntos para ver se assim eu conseguiria escrever uma coisa que prestasse} aqui nesse post. Então por isso vou deixar o meu assunto “críticas cinematográficas” para o próximo post. No qual eu provavelmente já tenha assistido Singin’ In The Rain, tenha ido ao cinema ou alugado um filme. Últimas considerações: Falei com a minha mãe sobre eu querer fazer uma tatuagem meia manga e – como os pais sempre fazem, pelo menos os meus – ela não disse nem que sim nem que não, mas acho que ela ficou tentada a dizer um sim! Ia ficar linda a minha carpa *o* Sim, eu quero fazer uma carpa! Infelizmente não tenho a coragem suficiente para fazer algo tão definitivo. Ah, e esqueci de falar sobre furar a minha orelha para colocar o alargador. O que, eu acho, eu teria mais coragem por não ser definitivo.
E agora eu me despeço,
C-ya!
P.S.: Aos gramáticos que costumam ler meus posts e depois vir falar de erros de português, EU SEI que trema não se usa mais. Mas ensina isso para o Word e quando você o fizer, me avisa. /beijomiliga
Eae pípou? Tempão que não posto aqui, na verdade estava procurando inspiração para alguma coisa e acho que talvez tenha conseguido. Ou simplesmente estava procurando assuntos interessantes para fazer com que você tivesse a paciência de ler isso aqui até o final. Eu sei que eu não sou a pessoa mais interessante do mundo, talvez a mais desinteressante, mas ainda sinto prazer quando escrevo nesse bloguinho e recebo alguns comentários. Poucos, mas importantes. Minha intenção não é mesmo me tornar uma web celebrity, então não ligo muito para a quantidade de comentários e sim para de quem são os tais comentários. :}
Mas esse não era o meu primeiro assunto, simplesmente saiu como uma fala falada sem pensar. O primeiro assunto seria um passarinho que vicia, sim vicia. O Twitter. É ele uma das causas de eu ter demorado a postar, é ele o culpado. HEHE. O fato é que eu tenho atualizado o meu twitter com bastante freqüência, indicando vídeos, matérias que leio etc. O legal do Twitter é que a gente pode atualizá-lo em tempo real na hora que queremos e não precisamos, nem devemos, passar de 140 caracteres. Não que o Blogger obrigue alguém a postar textos grandes e cheios de conteúdo, ou não, mas EU não acho legal usar o site para postar textos de cinco linhas ou menos. Por isso, estou pensando em criar uma sessão no meu blog com vídeos e/ou matérias que foram indicadas entre um post e outro. Essa sessão viria no final de cada post, mas isso ainda é mais um plano para o futuro {próximo ou não}
Véi, não sabia que universidade tomava tanto o tempo da gente. Não tenho tempo não para ir ao banheiro. Não, não deixei de ir ao banheiro, mas sempre vou acompanhado de livro, ficha, caderno. Só falta uma mesa. O que mais sinto falta são as horas a fio na internet, a minha leitura de A Menina Que Roubava Livros {que ainda dou uma escapulida às vezes para ler} e meus sonos até tarde. Por falar em sono, esse final de semana que passou me deu um ataque de insônia, quem estava na net às 4h da manhã da madrugada da sexta para o sábado sabe muito bem do que estou falando.
Da sexta para o sábado eu não dormir, tipo, nem um cochilozinho. Do sábado para o domingo eu consegui dormi, mas sabe aquela dormida que você dorme dez minutos e acorda e depois fica acordado por vinte minutos antes de dormir mais dez minutos? Foi exatamente assim. Do domingo para a segunda eu dormi... Às 6h da manhã! Um dos motivos pelo qual não fui para a faculdade. O segundo foi que não teria aula de sociologia. Da segunda para a terça eu consegui dormir bem e essa noite foi até tranqüila, não acordei nenhuma vez. Só quando a minha mãe desligou o ventilador para que eu levantasse e fosse me arrumar para a faculdade.
Penas à parte, já coloquei dois assuntos que não estavam na minha lista {sim, fiz uma lista de assuntos para ver se assim eu conseguiria escrever uma coisa que prestasse} aqui nesse post. Então por isso vou deixar o meu assunto “críticas cinematográficas” para o próximo post. No qual eu provavelmente já tenha assistido Singin’ In The Rain, tenha ido ao cinema ou alugado um filme. Últimas considerações: Falei com a minha mãe sobre eu querer fazer uma tatuagem meia manga e – como os pais sempre fazem, pelo menos os meus – ela não disse nem que sim nem que não, mas acho que ela ficou tentada a dizer um sim! Ia ficar linda a minha carpa *o* Sim, eu quero fazer uma carpa! Infelizmente não tenho a coragem suficiente para fazer algo tão definitivo. Ah, e esqueci de falar sobre furar a minha orelha para colocar o alargador. O que, eu acho, eu teria mais coragem por não ser definitivo.
E agora eu me despeço,
C-ya!
P.S.: Aos gramáticos que costumam ler meus posts e depois vir falar de erros de português, EU SEI que trema não se usa mais. Mas ensina isso para o Word e quando você o fizer, me avisa. /beijomiliga
g u i n h omanghi #
Sexta-feira, Março 20, 2009
Observações. Observo enquanto o tempo passa. Não o vejo passar, mas apenas percebo quando já passou. Queria poder ter controle, queria poder mexer nos ponteiros que regulam e comandam as nossas ações. Que nos controla, que nos limita, que nos tira de nós mesmos. Tempo.
Yay, pessoas! Bem, um tempão postando filosofias baratas merece uma parada para um post decente. Minha vida anda uma bela merda, ou continua do mesmo jeito. Acho que creie muitas expectativas para a faculdade, novos amigos, vida social tomando rumo e simplesmente tudo isso não passou de mais planos frustrados para a minha listaenorme deles. Tudo se repete e eu deveria já ter me tocado disso na minha segunda troca de colégio. Comigo nada muda, talvez eu não consiga mudar, talvez eu não mereça mudar. Verme parasita. Tenho as minhas teorias, ou talvez não tenha nenhuma. Não consigo terminar nada, me sinto um simples espírito observador numa sala da mais de cinquenta alunos. Enfim...
Comecei a escrever uma ficção - talvez chamando assim a galera entenda de primeira, diferente de original – mas não tenho idéia de como será o roteiro e nem como será o final. Tudo na base do improviso como eu sempre faço e nunca dá certo. O conceito que eu quero passar é interessante, pelo menos para mim. Mas pensei em várias coisas mais que podem mudar o estilo da trama e até o próprio final ainda não pensado. Não ia fazer personagem principal, mas agora acho que será um pouco necessário e tantas outras coisas que me bombardeiam a cabeça volúvel. Quando estiver pronto, que também não tem prazo, provavelmente nas férias de julho, eu libero sob a proteção do Creative Commons para vocês. Vão baixando um Adobe Reader da vida, então :D
Depois de várias tentativas frustradas, resolvi manter esse layout mesmo no meu blog para não fazer nenhuma cagada. Um deles tinha ficado legal, mas estraguei quando coloquei um código estranho e salvei. SUDHAUSHDUHASUHDUHASUD
Acho que é isso, o sono chegando e acho que eu vou indo dormir
C-ya e desculpem-me pelo tempão que passei sem escrever nada.
Yay, pessoas! Bem, um tempão postando filosofias baratas merece uma parada para um post decente. Minha vida anda uma bela merda, ou continua do mesmo jeito. Acho que creie muitas expectativas para a faculdade, novos amigos, vida social tomando rumo e simplesmente tudo isso não passou de mais planos frustrados para a minha lista
Comecei a escrever uma ficção - talvez chamando assim a galera entenda de primeira, diferente de original – mas não tenho idéia de como será o roteiro e nem como será o final. Tudo na base do improviso como eu sempre faço e nunca dá certo. O conceito que eu quero passar é interessante, pelo menos para mim. Mas pensei em várias coisas mais que podem mudar o estilo da trama e até o próprio final ainda não pensado. Não ia fazer personagem principal, mas agora acho que será um pouco necessário e tantas outras coisas que me bombardeiam a cabeça volúvel. Quando estiver pronto, que também não tem prazo, provavelmente nas férias de julho, eu libero sob a proteção do Creative Commons para vocês. Vão baixando um Adobe Reader da vida, então :D
Depois de várias tentativas frustradas, resolvi manter esse layout mesmo no meu blog para não fazer nenhuma cagada. Um deles tinha ficado legal, mas estraguei quando coloquei um código estranho e salvei. SUDHAUSHDUHASUHDUHASUD
Acho que é isso, o sono chegando e acho que eu vou indo dormir
C-ya e desculpem-me pelo tempão que passei sem escrever nada.
g u i n h omanghi #
Sexta-feira, Fevereiro 13, 2009
Mudo. Transformo-me. Gosto do que não gostava, desgosto o que já gostava. Penso diferente, ajo diferente. O mundo gira diferente. Eu que mudei ou o mundo mudou junto? Ou o mundo sempre foi assim e eu que não percebi? Mudo. Calado. Silêncio. Sozinho. São minhas mudanças, não preciso dividi-las com ninguém, não preciso publicar, não preciso limitar. Não quero dividir, não quero publicar, não quero limitar. Sou possessivo. Quero mudar sozinho, como sempre fui. Como, talvez, sempre será. Sou egoísta.
Conversas de MSN não são sempre improdutivas. Aliás, o doido que disse que emiessíêne atrofia a inteligência, deve ter a sua muito³ atrofiada. Enfim, vivo filosofando sozinho quando não tenho nada para fazer, mas essa filosofia vem de muito tempo - desde as primeiras amizades largadas nas portas das escolas que nunca mais acharam o caminho de volta até mim.
Amigos. O que é ser amigo? No dicionário pode ter milhões de palavras que defina “amigo”, mas acho que na realidade ele não pode ser definido em três, quatro, cinco, dez palavras. Amigo não tem lugar, amigo não tem hora e amigo não tem cor. Amigos são poucos, quase nenhum. São difíceis de encontrar e às vezes nem os encontramos, mesmo se vivermos cento e tantos anos. Pessoas chegam, pessoas partem e os amigos continuam sem aparecer. Onde eles se escondem? Se você tem um amigo, cultive-o, não o largue. Você tirou na loteria. Festeje, sorria, pule, grite, espalhe que você tem um amigo. Não são todos que conseguem um desses.
Conhecidos, chegados, colegas, de vista. Nenhum desses vai te ajudar quando você estiver na pior. Nenhum desses vai se preocupar se você está vivo ou morto. Andando ou sentado numa cadeira de rodas. Saudável ou doente. Só vão querer uma companhia quando não tiver nenhuma. E seu telefone vai tocar de madrugada com alguém te chamando para sair, mas seu nome começa com a letra T, já deve ser o último da lista. Foi o que sobrou, a última tentativa. Se você diz não, ele diz: “Tudo bem, vou recomeçar a lista de novo. Vai que alguém mudou de idéia”. Pessoas são totalmente substituíveis. Acredite, tem milhões iguais a você em cada sala de aula. Em cada família. Em cada tribo. Não vai ser difícil de te achar em outro alguém. Daí alguém vem e te fala: “Achei uma pessoa igualzinha a você!”. Zaz! Substituido. Nada de depressão, nada de desespero. É só mais um você no meio de tantos que existem por ai. Aposto que um dia você também vai dizer a mesma coisa que já te disseram.
Não pare de falar com ninguém para ver se ele sentirá a sua falta. Confie na minha experiência, você só vai perceber o valor que tinha para essa pessoa, ou o nenhum valor que você tinha. Há tantos contatos no messenger, na sua agenda de telefone, não espere alguma janela especial levantar com um: “Fulano diz: Oi Guinho!”, porque isso nunca vai acontecer. Pessoas são totalmente substituíveis. No mínimo ele á arrumou uma pessoa mais interessante que você, com um papo mais cabeça que o seu. Com uma memória melhor que a sua. Se isso é uma indireta? Bem, de 50 contatos no meu msn, isso serve para 47. Conto nos dedos de UMA mão quem não merece ler isso.
Final de semana tem mais um post sobre faculdade. A minha começa segunda!
C-ya!
COMENTEM SEUS MERDAS! (H)
Conversas de MSN não são sempre improdutivas. Aliás, o doido que disse que emiessíêne atrofia a inteligência, deve ter a sua muito³ atrofiada. Enfim, vivo filosofando sozinho quando não tenho nada para fazer, mas essa filosofia vem de muito tempo - desde as primeiras amizades largadas nas portas das escolas que nunca mais acharam o caminho de volta até mim.
Amigos. O que é ser amigo? No dicionário pode ter milhões de palavras que defina “amigo”, mas acho que na realidade ele não pode ser definido em três, quatro, cinco, dez palavras. Amigo não tem lugar, amigo não tem hora e amigo não tem cor. Amigos são poucos, quase nenhum. São difíceis de encontrar e às vezes nem os encontramos, mesmo se vivermos cento e tantos anos. Pessoas chegam, pessoas partem e os amigos continuam sem aparecer. Onde eles se escondem? Se você tem um amigo, cultive-o, não o largue. Você tirou na loteria. Festeje, sorria, pule, grite, espalhe que você tem um amigo. Não são todos que conseguem um desses.
Conhecidos, chegados, colegas, de vista. Nenhum desses vai te ajudar quando você estiver na pior. Nenhum desses vai se preocupar se você está vivo ou morto. Andando ou sentado numa cadeira de rodas. Saudável ou doente. Só vão querer uma companhia quando não tiver nenhuma. E seu telefone vai tocar de madrugada com alguém te chamando para sair, mas seu nome começa com a letra T, já deve ser o último da lista. Foi o que sobrou, a última tentativa. Se você diz não, ele diz: “Tudo bem, vou recomeçar a lista de novo. Vai que alguém mudou de idéia”. Pessoas são totalmente substituíveis. Acredite, tem milhões iguais a você em cada sala de aula. Em cada família. Em cada tribo. Não vai ser difícil de te achar em outro alguém. Daí alguém vem e te fala: “Achei uma pessoa igualzinha a você!”. Zaz! Substituido. Nada de depressão, nada de desespero. É só mais um você no meio de tantos que existem por ai. Aposto que um dia você também vai dizer a mesma coisa que já te disseram.
Não pare de falar com ninguém para ver se ele sentirá a sua falta. Confie na minha experiência, você só vai perceber o valor que tinha para essa pessoa, ou o nenhum valor que você tinha. Há tantos contatos no messenger, na sua agenda de telefone, não espere alguma janela especial levantar com um: “Fulano diz: Oi Guinho!”, porque isso nunca vai acontecer. Pessoas são totalmente substituíveis. No mínimo ele á arrumou uma pessoa mais interessante que você, com um papo mais cabeça que o seu. Com uma memória melhor que a sua. Se isso é uma indireta? Bem, de 50 contatos no meu msn, isso serve para 47. Conto nos dedos de UMA mão quem não merece ler isso.
Final de semana tem mais um post sobre faculdade. A minha começa segunda!
C-ya!
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g u i n h omanghi #
Terça-feira, Fevereiro 03, 2009
Este Garoto. Este garoto quer jogar, não há nada a perder. Passa pela vida, apenas passa sem deixar marcas. Este garoto não tem nada a perder, mas não pretende desistir de tentar. Não quer ser reconhecido, não quer ser famoso, não quer ser imitado. Não imita. É autêntico, único, impar. Muitos podem se parecer com ele, mas este garoto... Não tem nada a perder. Talvez porque já tenha perdido tudo, talvez porque nunca tenha conquistado nada. Talvez queira apenas chutar o ‘pau da barraca’, jogar tudo para o alto, talvez prefira continuar como esta, onde esta. Mas onde esta pode não ser onde deseja nem com quem deseja, talvez tudo devesse ser diferente. Este garoto é indeciso. Não encontra forças para mudar tudo, virar a vida de cabeça para baixo. Talvez tudo faça sentido desse lado, do lado oposto. Deixa o dia passar, observa o mundo que ele mesmo criou, um mundo que talvez nem exista, um mundo muito justo e inocente para ser real. Sim, este garoto ainda consegue ser inocente. Consegue se ‘assustar’ com algumas coisas, mesmo que atualmente sejam meras banalidades. Mas prefere se manter calado, não tem argumentos pré-formulados para debater qualquer assunto, prefere apenas concordar mesmo que por dentro o condene. Este garoto é tímido, bastante tímido. Prefere não entrar em atrito, sente que vai perder. Deseja ser isso, deseja ser aquilo, sonha em aprender a tocar violão, quer ter um banda, sonha em ser fotógrafo, sonha em ter amigos. Este garoto sonha, este garoto observa o céu, este garoto acompanha o crescimento de uma árvore. Este garoto se preocupa com o planeta em que vive, este garoto está disposto a se sacrificar {ou não}, este garoto tem medo, este garoto é indeciso, inocente, tímido, criticado, julgado. Este garoto talvez nem exista. Este garoto talvez seja EU.
g u i n h omanghi #
hiago, também conhecido como Thi, Ago, Guinho e/ou Gui. Universitário, estudante de administração de empresas na Universidade Federal de Pernambuco. Tenho mais uma vela adicionada ao bolo, mais uma primavera [ou como queira] no dia 21 de julho de cada ano que se passa. Moro em Recife desde que nasci e na mesma casa, idem. Cidadão pacato, sem muitos amigos ou vida social agitada. O que pode ser um problema







